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Marcelo Katsuki

Comes e Bebes

Perfil Marcelo Katsuki comenta o melhor da gastronomia

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Prato do dia: Condessa

Por Marcelo Katsuki
18/12/14 01:59

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Hoje é dia de Maria. O restaurante Condessa da dupla Maddalena Stasi e Flavia Mariotto parece saído de uma fábula repleta de simbolismos, assim como aquela minissérie da Globo.

 

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O salão é apinhado de peças decorativas e móbiles que criam um ambiente de sonho. Delicado, romântico.

 

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O almoço executivo, chamado Pop da Condessa, custa 49 reais e começa com uma saladinha com ingredientes frescos e tempero suave.

 

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No dia da visita, uma segunda-feira, o principal era um Frango grelhado ao molho tinto com pimenta verde e risoto de aspargos. A porção é generosa e o risoto, bem executado.

 

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As opções nos outros dias trazem desde moqueca vietinamita e picadinho na cerveja escura até arroz de bacalhau.

 

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A sobremesa foi um Profiterole recheado com sorvete de pistache e calda de chocolate. No tamanho ideal para arrematar a refeição sem pesar.

 

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O restaurante lançou no mês passado um menu chamado Corpo Feliz, criado pela chef Flavia Mariotto em parceria com a nutricionista Célia Mara, com opções saudáveis e terapêuticas. A Condessa quer ficar em forma.

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Rua João Lourenço, 367 – Vila Nova Conceição – Tel.: (11) 3845-9607

Recife ferve

Por Marcelo Katsuki
12/12/14 01:23

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Foram poucos os dias no Recife mas fiz tanta coisa! Até não fiz nada, rs. Fui conhecer o Filé do Sertão, prato regional criado pelo Pobre Juan –e que estará disponível apenas na casa do Recife– um ojo de bife Ancho ao pesto de coentro com purê de jerimum e farofa crocante.

 

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A belezura foi criada pela chef Priscila Deus, aqui com o gerente da casa, Leonardo Barbosa

 

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Conheci um grupo incrível: Arthur Philipe & Quintessence, com Thiago Albuquerque ao piano e Sandro Lins no sax. Arthur manda muito bem nos standards do jazz, adorei.

 

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Dessa vez fui visitar o Instituto Ricardo Brennand, no bairro da Várzea. Gente, que lugar incrível!

 

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Além do acervo impressionante, você deve reservar parte do passeio para comer as delícias como esse trio de escondidinhos no restaurante Castelus, que fica na entrada do museu.

 

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E provar uma gostosa transgressão: um mil-folhas de bolo de rolo com creme de goiabada! Hmmm…

 

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Recife é muito artsy. No caminho para o Marco Zero, passei no meio do CCBB e me perdi em um monte de portas

 

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Atravessei a rua e já estava no Seu Boteco, um lugar com um astral incrível –olha esse teto!– e garços com os apelidos escritos nas costas. Hilário.

 

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Adorei duas coisas: o Frangolino, apenas sobrecoxas crocantes servidas com muito alho e alguns molhos. E a jarra de caipirosca, tão providencial em noites quentes!

 

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O fim de noite foi no Lisbela e Prisioneiros –confesso que nem sei onde estava– mas o bar localizado em uma praça tem brisa e muita gente bebendo cerveja e discutindo política.

 

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Eu gastei meus trocados com uma porção de carne de sol com fritas, caipiroscas de uva e muitas fichas da jukebox, onde coloquei um monte de música errada –foi culpa da uva!

 

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Ainda assisti à abertura do Beach Club do Sheraton Reserva do Paiva e me senti em casa. Se fui pobre, não lembro, rs!

 

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Comi uma tilápia com vinagrete de manga e estava deliciosa. Nem gosto de tilápia –me lembra a Gia Gunn– mas o chef Fernando Fonseca explicou que essa era criada no mar. Taí, tilápia é um peixe versátil até no cativeiro

 

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Falando em peixe, fui visitar o Sushi Yoshi que foi todo reformulado, do cardápio ao ambiente. Seu Yoshi associou-se ao sobrinho, Saburó, chef do Quina do Futuro. A casa está mais moderna e o cardápio cheio de novidades.

 

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Mas ainda é possível comer algumas criações do seu Yoshi, como o “Corina” (Colina de Atum), um prato lúdico e tão gostoso que sempre peço quando vou lá.

 

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Um minuto de silêncio: fui ao Siwichi Cebicheria Peruana onde comi o melhor pastel de choclo dos últimos tempos. O prato é uma torta de milho com carne de porco, azeitonas, passas e ovos brûlée. Tipo um escondidinho peruano. Bom demais.

 

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A chef Roxana Bresani é peruana e capricha nos pratos, como nesse Tacu-Tacu del Mar: grão-de-bico e arroz refritos, cobertos com escabeche peruano de frutos do mar ao pisco.

 

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Fui até ao Tepan, um point meio alternativo, e comi tempurá e sushi. Abafa.

 

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E conheci o trabalho da confeiteira Anna Corinna. Olha que inspirador esse panetone e esse bolo com pasta americana!

Ai, Recife, já tô com saudade!!!

 

Bazar da vó Ana

Por Marcelo Katsuki
10/12/14 19:22

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Que tal colorir os biscoitos de Natal? Dona Regina arrasou nesse ano criando biscoitos com capinha de açúcar para pintar! Os kits já vêm com cinco canetinhas coloridas com tinta comestível e custam R$ 50 (com 15 a 18 bolachas), R$ 70 (28 a 33 bolachas) e R$ 90 (em torno de 60 bolachas). Ligue para a dona Regina e faça seu pedido antes que acabe! Tel. (11) 98285-3221 ou escreva para bolachadecorada@gmail.com

 

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Marcio Kimura, do Alice Café, criou alguns panetones deliciosos com fermentação natural. Tem o panetone tradicional, tem chocotone, mas o que eu gostei mesmo foi o de damasco com castanha (foto). Os preços são R$ 14 para o mini, R$40 o panetone de 500 gr e R$ 65 o de um quilo. O Alice Café fica na rua Cubatão, 305, telefone (11) 4327-7957.

 

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A La Vie vem com seus panetones de colher (R$ 39) nos sabores brigadeiro, Ovomaltine, avelã e doce de leite. Além dos panetones na lata (R$69) de praliné, brigadeiro com extra bruto e doce de leite com flor de sal. Carole Crema está aceitando encomendas de sobremesas para a noite de Natal mas se você manda bem no fogão, tem ainda misturas prontas (R$ 39) para você fazer em casa como a de brownie (foto), cookies e bolo de chocolate. A La Vie fica na rua da Consolação, 3161, telefone (11) 3088-7172.

 

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Para quem curte um gingerbread, a Cau Chocolates está vendendo um pão de mel coberto com chocolate no formato do famoso biscoito. Dá para usar na decoração da árvore, do bolo ou simplesmente comer, rs. A caixa com cinco unidades custa R$ 38 e é uma delícia. A Cau Jardins fica na rua Peixoto Gomide, 174 e a Cau Higienópolis no shopping Pátio Higienópolis, loja 322. Pedidos também podem ser feitos pelo site: www.cauchocolates.com.br

 

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A Dona Deôla veio com duas novidades: panetone tradicional recheado com creme de café (foto) e panetone com recheio de paçoca. Ambos custam R$ 43,90 o quilo. Os sucessos do ano passado, de bem-casado e de brigadeiro, também estão disponíveis. A versão mini custa R$ 9,90. A Dona Deôla fica na avenida Pompéia, 1937, telefone (11) 3672-6600, e em mais cinco endereços (veja aqui).

 

Prato do dia: Kan

Por Marcelo Katsuki
09/12/14 17:46

Como dizia Ruth Reichl, “Todo restaurante é um teatro, e os verdadeiramente excelentes nos permitem entregar-nos à fantasia”. Dito isso, quero contar que assim que entrei no Kan, suado e esbaforido, e a atendente me perguntou o que eu queria, respondi: “Um leque” – já me sentindo no Japão. Ela virou-se, entrou na cozinha e nunca mais voltou.

 

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O Kan é isso. Rigor japa. O chef Keisuke Egashira fica lá no cantinho dele fazendo arte com as mãos enquanto você fica no balcão admirado com o resultado e com a rapidez. Enfim, não vou aqui me estender sobre o trabalho magnífico do sushiman, esse post é apenas para glorificar essa maravilha chamada “executivo”, que nos permite comer bem em lugares bacanas sem assustar o bolso.

 

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No Kan há apenas três opções e cada uma custa 45 reais: sushi, sashimi e tirashi, seleção de peixes e frutos do mar sobre uma tigela de arroz. Além de uma salada com frutos do mar (R$ 15) e um chawan mushi (R$ 10), pudim salgado de ovos no vapor, ambos opcionais.

 

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O tirashi é uma beleza. O arroz (shari) vem temperado com vinagre preto – o que confere uma cor caramelada – e coberto com belas fatias de peixes, camarão e algumas rodelas de pepino.

 

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Não espere ovas nem atum gordo (toro) no seu executivo, mas a seleção de sushis é muito bem feita e satisfaz. E esse dashimaki (omelete) que parece um queijo coalho é de se comer rezando. Ah, o executivo dá direito a uma tigela grande de missoshiru, com mexilhões deliciosos.

Não, não tem sobremesa. Mas estamos em uma galeria e você pode ir até o boteco ao lado e comprar seu Chica Bon.

 

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Essencial: fazer reserva, mesmo para o almoço. O lugar é minúsculo. Sem reserva, sem almoço.

Kan – Rua Manoel da Nóbrega, 76, loja 12, Jardim Paulista, tel. (11) 3266-3819

Sanduíche de moti!

Por Marcelo Katsuki
05/12/14 15:05

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Chorei com o novo sanduba “Bulgogi” (R$ 30) do Tigre Cego. Ele é feito com moti (ou “mochi”, o bolinho japonês feito com arroz glutinoso) prensado no lugar do pão. Moti foi o meu primeiro contato com a cozinha molecular, ainda criança, na casa da minha avó, rs. No fogo ele incha, fica crocante, dentro vira um chiclete, uma doideira.

No recheio do sanduíche do chef Pablo Muniz vai fraldinha marinada em shoyu, alho, gengibre, pimenta e óleo de gergelim. Ainda leva maionese de wasabi e picles de moyashi. Acompanha salada e kimchi, a conserva picante coreana. E tem que comer logo para aprovetiar a crocância do moti, hmmm…

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O Tigre Cego é famoso pelo tostex, como o de brisket de boi, e tem um de cordeiro, feito com pernil assado com vinho branco que é surreal. E agora tem o Bulgogi! A casa fica na rua rua Girassol, 654, Vila Madalena. Telefone: (011) 3586-8370. Vá e prove também os drinques, muito bons!

Tigre Cego: Mapinha aqui

Torta de bacalhau com pimenta rosa

Por Marcelo Katsuki
03/12/14 10:41

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Ontem participei de uma aula no Amici Buffet da chef Renata Cruz, a convite da Kitchen Aid. A receita ensinada, uma torta de bacalhau, é gostosa e fácil de fazer. O segredo é o parmesão utilizado na massa e o toque perfumado que a pimenta rosa dá ao recheio. Olha que prático.

 

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Para a massa, bata na batedeira por 1 minuto (ou manualmente com um fouet):
– 1 ovo
– 50 ml de leite
– 50 ml de óleo de girassol
Adicione e bata por mais 2 minutos:
– 125 g de farinha de trigo
– 60 g de queijo parmesão ralado
– sal e pimenta do reino
Junte 15 g de fermento em pó à massa com a ajuda de uma espátula e deixe descansar por 20 minutos.

 

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Abra a massa em uma forma redonda de 22 cm cobrindo as laterais. Cubra com papel manteiga e  meio quilo de feijão (ou pesos, veja dica no final do post) para evitar que a massa suba ou deslize nas laterais. Leve ao forno pré-aquecido por 10 minutos.

 

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Em uma panela, cozinhe por 20 minutos:
– 300 ml de creme de leite fresco
– 250 g de lascas de bacalhau dessalgadas
– 2 ramos de alecrim fresco (sem os talos)
– 10 g de pimenta rosa

 

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Leve o recheio para tigela da batedeira e acrescente:
– 2 ovos
– 60 g de queijo parmesão ralado
– 120 g de queijo mussarela ralada
Bata por 2 minutos, recheie a massa da torta e leve ao forno por 25 minutos, ou até que a torta fique dourada e a massa crocante. Decore com ramos de alecrim e pimenta rosa e sirva quente. Hummm…

 

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Dica: A Claudia Nishinaka, do blog Chá com Arroz, está comercializando o Marumaru, bolinhas de cerâmica para fazer peso para massa de tortas e quiches. São 700 g de bolinhas que vêm em uma marmitinha embrulhada em um bonito lenço personalizado. Assim você não precisa desperdiçar usando grãos-de-bico ou feijão. Taí uma boa dica de presente para os cozinheiros no final do ano! Clique aqui para mais informações.

 

Crepe + tapioca = crepioca

Por Marcelo Katsuki
28/11/14 17:09

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Mal cheguei ao Recife e me falaram da crepioca, um crepe feito com goma de tapioca. E por que comer a crepioca? Li que tem baixa caloria, sacia mais que a tapioca, a textura é macia e não tem glúten. E o melhor: é fácil de preparar. Cola na receita!

 

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Bata 1 ovo com 2 colheres cheias de goma de tapioca (nem precisa peneirar) e 1 pitada de sal. Rende duas crepiocas. Voce também pode usar só a clara e mais 2 colheres de água/leite ou incluir chia e linhaça, se quiser.

 

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Em outra frigideira, grelhe o queijo coalho.

 

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Recheie a crepioca com o queijo e coma com um café. A crepioca infla feito pão de queijo mas vai murchando, portanto coma logo. Depois de fria, fica parecendo uma omelete, mas com o sabor da goma. Se ajuda realmente a emagrecer, não sei. Mas é uma delícia.

 

Comendo e dançando no Chile

Por Marcelo Katsuki
22/11/14 04:11

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É isso mesmo. Ontem dancei, ops, jantei no restaurante El Huaso Enrique, em Santiago, que tem mais de 56 anos de tradição cuequera, animado ritmo chileno. E o povo se joga na parrillada – os pratos são enormes – para depois se acabar na pista fazendo coreô de lenço em punho. Uma divertida forma de se queimar as calorias adquiridas.

 

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O restaurante ocupa um casarão construído há mais de 100 anos no bairro Yungay. São vários ambientes, incluindo um palco onde se apresentam grupos musicais que preservam a tradição da cueca, ritmo nacional do Chile – hoje mais executado nas festas pátrias. E o povo dança até altas horas na maior animação. Enquanto isso numa mesa ao lado do salão…

 

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Começamos a noite com singelas porções de batatas fritas (R$ 23,70) e empanadas sortidas (R$ 19,50 – 12 unidades) que caíram muito bem com a providencial cerveja que veio refrescar a noite.

 

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Alguém muito saudável da turma pediu uma Fuente ensalada especial (R$ 24,60) com palmito, fundo de alcachora, cenoura, abacate e alface. Comi também, sou consciente da minha situação.

 

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Isso me surpreendeu: Purê de batata picante (R$ 10,20)! E ao fundo, Choclo a la crema (R$ 12,30), similar a um creme de milho mas com sabor bem distinto. E salsa picante de tomate.

 

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Hora da Parrillada Especial (R$ 160), com 14 pedaços de carnes empilhadas sobre batatas cozidas servidas em um braseiro. Tem lombo, bife, chuleta, frango, porco – podia se chamar “vasilha feliz”. Acompanha uma salada mista e uma garrafa de vinho. Estávamos em sete – ou oito, às vezes otimizo a equipe :) – mas não conseguimos comer tudo.

 

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De quebra, ainda rolou o tradicional Pastel de choclo, similar a um “escondidinho” de carnes variadas cobertas com creme de milho doce gratinado. Eita que prato doce, é quase um “curau brûlée” com carne. Eu adoro, até já dei a receita aqui. Cadê uma rede?

 

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As meninas do grupo de música tradicional Las Primas começam a tocar o bumbo chamando para dançar.

 

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Ninguém se faz de rogado. Em menos de um minuto a pista já está cheia, todo mundo cai na dança: jovens, idosos, gordinhos, hipsters; acho que vi até um gnomo passar correndo de lencinho na mão. Já eu, estava ali aflito, tentando descobrir como é que se fala “quentinha” em espanhol.

 

Restaurant El Huaso Enriquemapinha aqui
Maipú 462 – Santiago (Chile) – E-mail: reservas@elhuasoenrique.cl

O jornalista viajou a convite do Turismo Chile

Semana do Peru!

Por Marcelo Katsuki
18/11/14 18:54

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Suspiro Limeño

A Peru Week começa hoje e vai até o dia 30 de novembro com 17 restaurantes de seis cidades do país oferecendo um menu com especialidades andinas. Clique aqui para ver a lista dos restaurantes participantes e seus menus com descrição de pratos e preços.

Entre no clima e prepare essa receita de Suspiro Limeño, uma das minhas sobremesas favoritas — aqui na versão do chef Fabio Barbosa, do restaurante La Mar, de São Paulo.

 

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Suspiro Limeño
Com merengue de Vinho do Porto
Rendimento: 3 porções
 
400 ml de leite
400 g de leite condensado
2 gemas de ovo
20 g de açúcar refinado
 
Faça um caramelo com o açúcar e acrescentar os leites. Reduza à metade. Fora do fogo acrescente as gemas e resfrie a panela em uma travessa com água e gelo para esfriar rápido.
 
Merengue de vinho:
3 claras 
340 ml de vinho do Porto
240 g de açúcar cristal
 
Reduza o vinho junto com o açúcar em fogo médio até engrossar. Bata as claras e vá acrescentando a calda de vinho aos poucos na batedeira até o suspiro atingir ponto de picos firmes. Sirva o doce de leite com o merengue numa taça.

 

Curtindo Paraty

Por Marcelo Katsuki
15/11/14 14:30

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Paraty ferve nesse final de semana com as aulas do Folia Gastronômica, que se encerra amanhã. Estive lá há alguns dias para fazer o que mais gosto: nada. A cidade continua perfeita para aquele descanso necessário, com sua paisagem tranquila, ruas de pedras e casarões históricos.

Meu almoço de despedida foi no restaurante do chef Pippo, que leva seu nome e fica localizado no coração do centro histórico. O chef faz uma cozinha italiana clássica, privilegiando os sabores simples e naturais.

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 Provei duas entradas: a Melanzane alla Parmigiana (R$ 38)

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E o gostoso Polvo alla Griglia (R$ 54,90): polvo grelhado com aroma de ervas, batatas e vinagrete

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Na sequência, um caldoso Risoto de palmito, camarões e abobrinha (R$ 54)

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O Fettuccine al ragú di coniglio (R$ 46,90), feito com massa caseira também agradou com seu sabor intenso e tempero na medida

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Vista do salão, com decoração inspirada no cinema italiano dos anos 50 e 60.

Restaurante Pippomapinha aqui
Rua do Comércio, 224 – Paraty/RJ – Tel. (024) 3371-2544

 

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3 diversões paratianas

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1. Comer pipoca com queijo e muito bacon na pracinha

 

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2. Tomar espumante Cave Geisse por 78 pratas no Refúgio, com vista pro píer

 

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3. Terminar a noite comendo churros em frente à Igreja da Matriz

O jornalista viajou a convite da assessoria da Pousada do Sandi
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