Parece nojento mas trata-se de um projeto muito interessante: E. chromi.
Um grupo de designers (sempre a gente, kkkkk) e cientistas está desenvolvento um shake com bactérias que reagem com as enzimas e proteÃnas presentes no trato gastrointestinal criando cores diferentes para cada doença.
Ou seja, num futuro não  muito distante, pacientes poderão descobrir rapidamente suas doenças apenas olhando a cor do seu cocô. Corági!
Informe-se mais sobre o projeto clicando aqui.
Imagina se resolvem revistar a maleta do representante da E.chromi?



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O meu vai sair azul, lilás, da cor do arco-Ãris. UUii!
Grande Marcelo
O meu comentário é: Botar no vaso e dar descarga.
Os termos são praticamente transparentes! Que frescura!
Cheiros!
Falemos dos impertinentes odores escatológicos, que se sobrepõem a qualquer cor. Mas aà perde a graça para os designers.
Podiam aproveitar e fazer com cheirinhos diferentes, como de rosas…
Sobre as cores nada sei. Mas o que tem chamado minha atenção é o formato: à s vezes o cocô reproduz “O Pensador”, de Rodin; ontem, por exemplo, saiu uma réplica perfeita da “Pietá”, de Michelangelo. Tem algum diagnóstico para isso?
Tb fico morrendo de rir, kkkk!
É estranho como todos vêm o assunto com repulsa, entretanto, são através de fezes e urinas que se dignosticam muitas doenças. Já pararam para pensar que felizmente existem biólogos atuando em análises clÃnicas examinando os materiais e contando os números de bactérias por centÃmetro quadrado.
Em contrapartida todos têm interesses em fluÃdos sexuais e admitem ouvir abertamente expressões “molhadinha”. Com DST, o odor será bem fétido.
Quem sabe se, pelo menos por curiosidade, as pessoas não resolvam se cuidar mais e comecem a fazer exames. Agora, ser representante da E.chromi…jamais! Abçs, Marta
Hahahahaha!