Marcelo Katsuki

Comes e Bebes

 -

Formado em arquitetura pela FAU-USP, Marcelo Katsuki é cozinheiro formado pela Escola de Gastronomia João Dória Jr e sommelier pela ABS (Associação Brasileira de Sommeliers).

Perfil completo

Publicidade
Publicidade

É o fim do mundo

Por Marcelo Katsuki

10 coisas para se comer na cidade antes que o mundo acabe no dia 21 de dezembro.

Não se trata de um ranking dos melhores, mas de uma lista pessoal com coisas que acho que ‘valem a pena comer de novo’ antes do apocalipse. Aleluia, irmãos!

 

1. Involtini di melanzane alla Ragusana do Bottagallo. Meu prato favorito do ano. Era apenas uma ‘tapa’ de um festival mas o sucesso foi tanto que entrou pro cardápio. Viva!

 

2. Esfiha de carne do Habib Ali, assadas no ‘saj’, forno metálico em forma de calota. Você sai do lugar defumado mas feliz. E sem esvaziar a carteira.

 

3. Bolinho de Virado à Paulista, da filial paulistana do Aconchego Carioca, nos Jardins. E não é que a louca da Katia conseguiu criar um bolinho ainda mais gostoso que o de feijoada?

 

4. Panelinha de fígado com chips de abobrinha do Bar da Dona Onça. De chorar de bom. Para comer em silêncio, ouvindo o estômago agradecer.

 

5. O Carbonara Moderno com bochecha artesanal e ovo de codorna frito do Friccò. Porque é quase um mistério algo tão simples ficar tão gostoso. Só provando para ver.

 

6. O Teishoku de sashimi do Ban ou qualquer coisa do Izakaya Issa, onde a Dona Margarida arrasa nos petiscos, nos pratos quentes e até no okonomiyaki, a pizza japonesa.

 

7. O Hambúrguer com queijo Camembert e cogumelos da Z Deli Sanduíches. Porque é incrível.

 

8. A Bisteca com farofa e vinagrete do Boi na Brasa na esquina da Rego de Freitas. Uma delícia, principalmente para aquela boquinha das 2h da madrugada…

 

9.Milanesa de coxão mole com risoto de funghi porcini fresco do Attimo. Porque tudo o que é frito fica ainda melhor. Agora imagina com esse molho.

 

10. O Pavê de creme com cobertura de doce de leite, de fatiar, da Casa Garcia. Porque tem apelo afetivo, é gostoso e dá para comprar de montão e distribuir alegria por onde passar.

 

Bônus do fim do mundo: Uma porção de acarajés do Sotero, da Rota do Acarajé, da Inês ou de qualquer barraca de feira da cidade. Acarajé, mesmo quando é ruim, é bom! E eu quero chegar no céu (ou no inferno, que seja) cheirando a dendê.

E você, vai querer o que?

Blogs da Folha