Recife ferve

Por Marcelo Katsuki

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Foram poucos os dias no Recife mas fiz tanta coisa! Até não fiz nada, rs. Fui conhecer o Filé do Sertão, prato regional criado pelo Pobre Juan –e que estará disponível apenas na casa do Recife– um ojo de bife Ancho ao pesto de coentro com purê de jerimum e farofa crocante.

 

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A belezura foi criada pela chef Priscila Deus, aqui com o gerente da casa, Leonardo Barbosa

 

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Conheci um grupo incrível: Arthur Philipe & Quintessence, com Thiago Albuquerque ao piano e Sandro Lins no sax. Arthur manda muito bem nos standards do jazz, adorei.

 

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Dessa vez fui visitar o Instituto Ricardo Brennand, no bairro da Várzea. Gente, que lugar incrível!

 

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Além do acervo impressionante, você deve reservar parte do passeio para comer as delícias como esse trio de escondidinhos no restaurante Castelus, que fica na entrada do museu.

 

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Recife é muito artsy. No caminho para o Marco Zero, passei no meio do CCBB e me perdi em um monte de portas

 

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Atravessei a rua e já estava no Seu Boteco, um lugar com um astral incrível –olha esse teto!– e garços com os apelidos escritos nas costas. Hilário.

 

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Adorei duas coisas: o Frangolino, apenas sobrecoxas crocantes servidas com muito alho e alguns molhos. E a jarra de caipirosca, tão providencial em noites quentes!

 

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O fim de noite foi no Lisbela e Prisioneiros –confesso que nem sei onde estava– mas o bar localizado em uma praça tem brisa e muita gente bebendo cerveja e discutindo política.

 

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Eu gastei meus trocados com uma porção de carne de sol com fritas, caipiroscas de uva e muitas fichas da jukebox, onde coloquei um monte de música errada –foi culpa da uva!

 

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Ainda assisti à abertura do Beach Club do Sheraton Reserva do Paiva e me senti em casa. Se fui pobre, não lembro, rs!

 

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Comi uma tilápia com vinagrete de manga e estava deliciosa. Nem gosto de tilápia –me lembra a Gia Gunn– mas o chef Fernando Fonseca explicou que essa era criada no mar. Taí, tilápia é um peixe versátil até no cativeiro

 

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Falando em peixe, fui visitar o Sushi Yoshi que foi todo reformulado, do cardápio ao ambiente. Seu Yoshi associou-se ao sobrinho, Saburó, chef do Quina do Futuro. A casa está mais moderna e o cardápio cheio de novidades.

 

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Mas ainda é possível comer algumas criações do seu Yoshi, como o “Corina” (Colina de Atum), um prato lúdico e tão gostoso que sempre peço quando vou lá.

 

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Um minuto de silêncio: fui ao Siwichi Cebicheria Peruana onde comi o melhor pastel de choclo dos últimos tempos. O prato é uma torta de milho com carne de porco, azeitonas, passas e ovos brûlée. Tipo um escondidinho peruano. Bom demais.

 

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A chef Roxana Bresani é peruana e capricha nos pratos, como nesse Tacu-Tacu del Mar: grão-de-bico e arroz refritos, cobertos com escabeche peruano de frutos do mar ao pisco.

 

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Fui até ao Tepan, um point meio alternativo, e comi tempurá e sushi. Abafa.

 

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E conheci o trabalho da confeiteira Anna Corinna. Olha que inspirador esse panetone e esse bolo com pasta americana!

Ai, Recife, já tô com saudade!!!