A torta da minha mãe

Por Marcelo Katsuki

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 Saindo do forno!

Minha mãe testou uma nova receita de massa podre, um pouco menos delicada que a patê brisée, e foi um sucesso. Ela fica mais estruturada e segurou bem o recheio, que pode ser do que você quiser. A dela foi feita com frango, palmito e requeijão, mas você pode usar a sua imaginação.

Massa podre (pâte à foncer)
250 g de farinha de trigo
125 g de manteiga
1 ovo
1/2 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de açúcar
40 ml de água fria

Coloque a farinha em uma tigela grande, faça um buraco no meio e junte a manteiga (cortada em cubinhos), o ovo, o sal e o açúcar. Misture esses ingredientes com a ponta dos dedos e vá incorporando a farinha até ficar como uma farofa granulada. Daí adicione a água e misture tudo até dar liga. Amasse bem, forme uma bola e envolva com um filme plástico. Guarde na geladeira até o momento em que for usar. Ela dura até uma semana na geladeira e também pode ser congelada.

 

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Montagem: abra a massa com a ajuda de um rolo. Utilize dois plásticos para impedir que ela cole na bancada ou no rolo.

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Retire o plástico e acomode na forma. Recheie com o frango desfiado ou ainda presunto, queijo e tomate. Também dá para fazer com legumes.

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Corte tiras e cubra o recheio. Você pode trançá-las, se tiver paciência, rs. Mas desse jeito também ficou bonito. Pincele com gema e leve ao forno, na grade de cima, em fogo médio por uns 40 minutos ou até dourar a massa.

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 Nhac!